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Um dos requisitos necessários ao professor da atualidade é manter-se atualizado em sua área, inovar sempre e demonstrar criatividade e disposição para modificar e melhorar a sua prática pedagógica.

Portanto, este blog foi criado para auxiliar nesta tarefa, contribuindo para a troca de experiências, com novas ideias, sugestões, textos teóricos, mensagens reflexivas, vídeos e muito mais.

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Bom passeio a todos!



terça-feira, 1 de março de 2011

A ADAPTAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

  • A vinda da criança para o Berçário deve ser preparada;
  • A separação, apesar de necessária, é um processo doloroso tanto para a criança quanto para a mãe, mas é superada em relativamente pouco tempo;
  • Devem-se procurar evitar grandes alterações durante esse período de adaptação: mudança de residência; retirada do bico ou das fraldas; mudança das mobílias do quarto da criança; etc.;
  • O fato da criança chorar na hora da separação é frequente e nem sempre significa que ela não queira ficar na escola;
  • A ausência do choro não significa que a criança não sinta a separação. Não é necessário encarar esse fato com ansiedade, pode até ser um bom sinal;
  • Sempre que possível, é benéfico que seja a mãe a entregar a criança à educadora, colocando-a no chão e incentivando-a a ficar na Instituição. Não é recomendável deixar a educadora com o encargo de retirar a criança do colo da mãe;
  • Nunca saia “escondida” do seu filho. Despeça-se naturalmente.
  • A sala do Berçário é um espaço que deve ser respeitado e a sua presença nela, além de dificultar a compreensão da separação, fará com que as outras crianças “reclamem” a presença das respectivas mães;
  • Lembre-se que a equipe do Berçário trabalha com crianças em grupo, procurando distribuir a sua atenção pelos diferentes bebés;
  • Se os pais confiarem na Instituição e nos seus trabalhadores, sentirão segurança no momento da separação e, esse sentimento, será transmitido ao bebê, que suportará melhor a nova situação;
  • O período de adaptação varia de criança para criança, é único e deverá ser respeitado;
  • Poderão ocorrer algumas regressões de comportamento durante o período de adaptação, assim como alguns sintomas psicossomáticos (febre, vômitos etc.);
  • Nesta fase, é comum verificar-se, por parte do bebê, uma ambivalência de sentimentos: o desejo de autonomia e a sua necessidade de proteção ocorrem simultaneamente.
  • Aqui estão algumas sugestões, para os pais ajudarem os seus filhos a adaptarem-se ao Jardim de Infância;
  • Os pais não devem demonstrar a sua ansiedade ao filho e, sim, tratar com naturalidade o primeiro contato com a escola.
  • Converse bastante com a criança, explicando-lhe o que vai ocorrer com ela, sem ocultar dados ou inventar histórias.
  • Não crie grandes expectativas na criança quanto ao universo escolar. Dê a ela autonomia e liberdade necessárias para descobrir o que a escola pode lhe oferecer.
  • Leve a criança à escola antes do começo do ano letivo. Esta iniciativa faz com que ela comece a familiarizar-se com o ambiente escolar.
  • Ao deixar o seu filho, na porta da escola, não use “artifícios” para distraí-lo e poder ir embora. Mesmo que “abra um berreiro”, é melhor que veja você indo embora, do que pense que você sumiu de repente.
  • É fundamental que os pais não se atrasem para irem buscar os filhos, para que eles não tenham a terrível sensação de que não voltarão para casa. Os filhos sentem-se mais seguros ao ver os pais à porta da escola.
  • No período de adaptação escolar da criança, não deixe de levá-la à escola.
  • Não mude os hábitos da criança durante o período de adaptação, tais como: deixar de usar fraldas ou a chupeta, por exemplo.
    FONTE: Beatriz Santomauro, de Vitória, ES, e Luiza Andrade, colaboraram Bianca Bibiano; Denise Pellegrini, de Curitiba, PR; Julia Browne, de Belo Horizonte, MG; Marina Simeoni, de Poços de Caldas, MG; Thais Gurgel, de Sobral, CE; e Vilmar Oliveira, de São José dos Campos, SP.

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