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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Reflexão...

A síndrome do sapo fervido por Luís Carlos Queirós Cabrera.

Vários estudos biológicos provaram que um sapo colocado num recipiente com a mesma água de sua lagoa, fica estático durante todo o tempo em que aquecemos a água, até que ela ferva. O sapo não reage ao gradual aumento da temperatura (mudanças no ambiente) e morre quando a água ferve. Inchadinho e feliz. Por outro lado, outro sapo que seja jogado neste recipiente já com a água fervendo, salta imediatamente para fora. Meio chamuscado, porém vivo!
Temos vários sapos fervidos por aí. Não percebem as mudanças, acham que está muito bom, que vai passar, que é só dar um tempo! Estão prestes a morrer, porém ficam boiando estáveis e impávidos na água que se aquece a cada momento. Acabam “morrendo” inchadinhos e felizes, sem ter percebido as mudanças.
Sapos fervidos não percebem que além de serem eficientes (fazer certas coisas), precisam ser eficazes (fazer as coisas certas).
E para que isto aconteça tem que haver um crescimento profissional com espaço para diálogo, para a comunicação clara, para o compartilhamento, para o planejamento e para uma relação adulta. O desafio ainda maior está na humildade de atuar de forma coletiva. Fizemos durante muito anos o culto ao individualismo e a turbulência exige hoje o espaço coletivo, que é essência da eficácia como resposta. Tornar as ações coletivas exige, fundamentalmente, muita competência interpessoal para o desenvolvimento do espírito de equipe, exige saber partilhar o poder, delegar, acreditar no potencial das pessoas e saber ouvir.
Há sapos fervidos, que ainda acreditam que o fundamental é a obediência e não a competência, quem manda pode e obedece quem tem juízo!
Acordem, sapos fervidos! Saiam dessa! O mundo mudou! Pulem fora antes que a água ferva! Precisamos estar vivos, meio chamuscados, mas vivos e prontos para agir.

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